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Atletas Brasileiros S.A

Nossas Atividades

Dentre as possibilidades de seu Estatuto Social, a Atletas Brasileiros possui por objetivo primeiro explorar as oportunidades de investimento no segmento esportivo, em especial a compra e venda de direitos econômicos de jogadores de futebol. Tal atividade pode ser segmentada nas seguintes etapas:

 

a) Processo de “Garimpo de Oportunidades”

 

Como largamente divulgado na imprensa nacional e mundial, o Brasil é o país que mais exporta jogadores de futebol. Segundo relatório da FIFA, chegou-se a R$ 243 milhões de reais em 2012, e a tendência segue a ser de alta para os próximos anos.

É sabido que ano após anos, milhares de jovens atletas tentam iniciar suas carreiras em clubes de futebol, passando pela famosa “peneira”. A quantidade torna-se qualidade em olhos bem preparados, que garimpam futuros craques e talentos nesses testes, alocando-os nos respectivos clubes.

A Companhia, por ter seu braço operacional calcado no Paraná Clube, seu controlador, que possui larga experiência em garimpagem de revelações, recebe centenas de atletas em suas “peneiras”, além de ter espalhado pelo país inteiro uma verdadeira rede de “olheiros” que abastece seguidamente o clube de futebol de jogadores.

Tanto por isso que o Paraná Clube recebeu a certificação de Formador de Atletas Categoria A, por parte da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), sendo o décimo clube certificado no país.

Cada jogador revelado ou descoberto pela Companhia, além de fortalecer a equipe de futebol de seu controlador, torna-se um ativo robusto, gerado a partir da assinatura de seu contrato, e os consequentes direitos econômicos daí oriundos. Por outro lado, os custos são relativos apenas a despesa de sua formação, o que se sabe ser baixo, cingindo-se à acomodação, alimentação, acompanhamento médico, físico e técnico.

Diga-se que a rede de olheiros já está formada pelo próprio Controlador da Companhia, que irá aproveitá-la integralmente, restringindo-se seus custos em vinculação de parte do direito econômico do próprio atleta descoberto, prática comum, e que muitas vezes não passa de 10% (dez por cento) dos proventos advindos de eventual futura negociação.

Também se inclui no garimpo de oportunidade a busca de jovens talentos já contratados em outros clubes. Nem só em jogadores iniciantes está focada a Companhia, mas também em jogadores já formados ou em processo de formação em clubes de futebol, que são sempre baratos e podem propiciar lucros altos a investidores.

Embora mais custoso que um jogador formado nas próprias bases do clube, ainda assim os direitos econômicos a serem negociados, nesses casos, são altamente atrativos,

posto que inúmeros clubes formadores, mesmo os de alto nível, revelam jogadores de grande potencial, ao mesmo tempo que necessitam de parceiros para financiarem suas operações.

Atualmente, muitos clubes de futebol não possuem fluxo de caixa para financiarem os custos de uma competição esportiva, e recorrem a empresários por esse motivo. Não obstante, para esse financiamento, empresários de futebol ficam com parte dos direitos econômicos de determinado atleta.

É nesse contexto que a Companhia pretende atuar, sendo a principal financiadora das operações do Paraná Clube, podendo ainda se associar a outras entidades de prática desportiva para revelar e ser cessionária de direitos econômicos oriundos de contratos de jogadores de futebol, com vistas a aumentar seu portfólio de atletas e lucros advindos das vendas futuras desses direitos.

 

b) Processo de Seleção de Ativos (“Scouting”)

 

Depois que a rede de olheiros faz uma triagem no mercado e traz um conjunto de ativos interessantes, é iniciado o processo de scouting. Um Scout da Companhia assiste a inúmeras partidas de futebol gravadas ou ao vivo para coletar informações e formar o nosso banco de dados de inteligência competitiva, gerando relatórios e gravando DVDs com as partidas de interesse. Um dossiê estatístico é formado do atleta alvo e acontecem várias entrevistas que podem incluir atuais ou ex-colegas, médicos, treinadores, familiares, etc. Depois desta fase, instrumentos estatísticos e econométricos são utilizados para avaliar o valor de mercado dos jogadores alvo, considerando vários critérios de avaliação, agrupados em 18 itens:

 

1) Idade;

2) Fundamentos;

3) Qualidade técnica e encantamento;

4) Capacidade de definição de jogo;

5) Aspectos táticos;

6) Força e condicionamento físico;

7) Disciplina e espírito de equipe;

8) Condição clínica;

9) Titularidade;

10) Posição em que joga;

11) Nível dos campeonatos que atua (Efeito Vitrine);

12) Experiência profissional;

13) Convocações para seleção;

14) Conquistas;

15) Capacidade de retorno de marketing;

16) Potencial de valorização;

17) Capacidade de adaptação; e

18) Demanda atual de mercado.

 

c) Processo de Análise da Segurança Jurídica (“Due Diligence”)

 

Após a revelação e/ou descoberta de jogadores, se realiza a elaboração do contrato com o clube, privilegiando-se sempre o controlador da Companhia, se bem que não exclusivamente, haja vista que eventualmente poderá haver negociações com outros clubes.

A Companhia seguirá o modelo em voga atualmente, na qual o contrato de trabalho ficará com o Clube, restando ele com toda a responsabilidade de tal relação, como salário, verbas fundiárias, previdenciárias, entre outras, enquanto os direitos econômicos restarão à empresa. Esse modelo é usual entre clubes e empresários do ramo, nada tendo de novidade.

À Companhia caberá os direitos econômicos oriundos sobre os contratos, ou seja, os direitos que são aplicáveis em caso de rescisão contratual antecipada, que sói ocorrer quando outro clube se interessa pelo jogador de futebol, e pretende que ele faça parte de seu plantel.

Esses contratos sobre direitos econômicos são realizados caso a caso, ou em bloco, entre clube e Companhia, e representam os ativos econômicos da última, contratos que possuem liquidez, certeza e exigibilidade já consagrada em tribunais pátrios.

 

d) Processo de Oferta de Ativos

 

Assim como os “olheiros” e o processo de scouting que seleciona ativos, igualmente os escritórios de representação e/ou de correspondentes serão fundamentais para as negociações desses direitos, tanto no Brasil como no exterior.

A pretensão é ter escritórios e/ou correspondentes com experiência de negociações no setor, para que as vendas dos direitos sejam feitas diretamente em polos compradores, como o mercado Europeu.

 Além disso, é sabido que inúmeros jogadores não possuem a qualificação necessária para ocupar lugares de destaque em centros esportivos futebolísticos desenvolvidos, o que não quer dizer que não possam ser atrativos em outros centros de menor importância, mas que tenham potencial para assumi-los. Nesse sentido, lugares como Austrália e Nova Zelândia podem se tornar alvos de muitos jogadores.

Até mesmo em países da América Latina e Central, como Bolívia, Peru, Guatemala, Panamá, Costa Rica, que atualmente possuem uma vasta gama de jogadores argentinos.

Centros tradicionais importadores, como Portugal, Espanha, Inglaterra e França, também terão os escritórios e/ou correspondentes, inclusive com vistas a clubes de seu interior e de divisões inferiores, também para absolver os jogadores formados e/ou descobertos pela Companhia, tendo em vista que clubes de primeira divisão estão cada vez mais se interessando por atletas mais famosos. Verifica-se uma intensa necessidade desses clubes, de divisões mais baixas, em mão de obra mais barata e de qualidade atestada por um membro formador de atletas (no caso o controlador da Companhia, o Paraná Clube), sendo um bom mercado contatá-los para a negociação.

Também a abertura de contatos com clubes brasileiros, especialmente os de menor capacidade econômica, mesmo de divisões mais baixas, propiciam uma abertura de mercado para os nossos jogadores, e mesmo de absorção de jogadores por eles formados, como já vimos.

Muitos desses clubes funcionam somente 5 (cinco) meses ao ano, devido ao calendário do futebol brasileiro, descobrem um ou outro valor interessante sob o ponto de vista mercadológico, e absorvem vários atletas sem contrato vinculado a entidades de direito desportivo. Assim, além de poder negociar o jogador revelado e/ou descoberto, a Companhia poderá desovar parte de seu estoque, permitindo experiência aos jovens jogadores de sua carteira, remuneração de seu investimento (os ativos econômicos), e a criação de um mercado novo, dentro do próprio país.

 

e) Processo de Fechamento (“Closing”)

 

A venda dos direitos econômicos representa o principal foco da Companhia, responsável pelo seu lucro e continuidade de suas operações.

Sendo o Paraná Clube o detentor do direito federativo, somente ele pode ceder o vínculo relativo ao contrato de trabalho. O direito federativo é aquele no qual a entidade de prática desportiva registra o contrato de trabalho na associação federativa, que administra o campeonato local. Apenas após a exclusão desse registro é que o atleta pode se registrar em outra associação.

Destarte, o controlador da Companhia é quem deve assinar a baixa no registro do jogador na associação federativa, e a venda dos direitos econômicos do atleta, repassando integralmente todos os valores à empresa, que poderá receber diretamente do cessionário do registro. Como se disse, essa negociação é corriqueira, feita com toda a segurança jurídica necessária, tendo em vista o contrato existente entre a Companhia e seu controlador, dotado de liquidez, certeza e exigibilidade, como já visto.


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