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Atletas Brasileiros S.A

Políticas de gestão de risco

O investimento em nossas Ações envolve risco. Os investidores devem considerar cuidadosamente os riscos descritos nas seções 4 e 5 do Formulário de Referência antes de tomarem uma decisão de investimento. Nossas atividades, situação financeira e resultados operacionais podem ser afetados de maneira adversa por quaisquer desses FATORES DE RISCO mais significativos a que estamos sujeitos:

 

* Fatores de risco com relação a nossa Companhia:

* Fatores de risco relacionados ao histórico recente da Companhia;

* Fatores de risco relacionados ao crescimento orgânico da Companhia;

* Fatores de risco relacionados ao crescimento inorgânico da Companhia;

* Fatores de risco relacionados as operações da Companhia.

* Fatores de risco com relação a um eventual controlador ou possível grupo de controle.

* Fatores de risco com relação aos acionistas da Companhia.

* Fatores de risco com relação a controladas e coligadas da Companhia.

* Fatores de risco com relação aos fornecedores da Companhia.

* Fatores de risco com relação clientes da Companhia.

* Fatores de risco com relação ao setor de atuação da Companhia.

* Fatores de risco com relação à regulamentação de setores onde a Companhia atue.

* Fatores de risco com relação aos países estrangeiros em que a Companhia atue.

 

A Companhia aprovou na RCA de 06/06/13 a POLÍTICA CORPORATIVA DE GESTÃO DE RISCO onde são revisados periodicamente cada um destes fatores e elencadas ações mitigadores para a redução de nossa exposição a estes mesmos riscos. São elas:

 

(i) Política de Decisões Compartilhadas. Pretendemos minimizar nossa dependência da qualidade de escolha de ativos e decisões de investimento da Diretoria de Operações, instituindo um Comitê Técnico de Investimentos para avaliação das considerações a respeito da qualidade técnica, física, emocional e da capacidade de adequação dos atletas dos quais negociaremos direitos econômicos. As decisões serão compartilhadas e tomadas por consenso, incluindo a participação da junta de olheiros e agentes de scouting da Companhia.

 

(ii) Política de Investimento Anti-Concentração. Naturalmente, com a aquisição inicial dos direitos econômicos de 59 atletas do controlador, nossa exposição ao PARANÁ CLUBE ficou acentuada. Visando o fortalecimento da Companhia através da diversificação e diluição do risco da carteira com a maximização do retorno ao acionista, reduzindo a inevitável aderência dos resultados de campo com as cotações das ações, a administração irá zelar por uma exposição de no máximo 55,0% de nossos atletas ligados ao PARANÁ CLUBE, o restante do portfólio será obrigatoriamente destinado a outros clubes. 30% a 35% serão destinados ao mercado doméstico, com contratos de trabalho em clubes brasileiros e cerca de 10% a 15% em clubes estrangeiros. Esta política aumenta consideravelmente a “vitrine” de nossos

ativos, por conta da cobertura televisiva, podendo atuar nos 20 clubes da série “C” do Campeonato Brasileiro, 20 clubes da série “B” e nos 20 da série “A”, bem como campeonatos de outros países nas suas respectivas ligas.

 

(iii) Política de Valorização dos Ativos. Independentemente da redução de exposição ao risco inerente à concentração de metade dos nossos ativos no PARANÁ CLUBE, todas as aquisições serão preferencialmente colocadas à disposição da comissão técnica do clube paranaense, somente liberando os contratos para outros clubes dos atletas que não vão compor o elenco principal ou secundário do clube. Isto se justifica porque o eventual acesso do PARANÁ CLUBE, da segunda para a primeira divisão do Brasileirão, terá um impacto relevante na valorização automática de grande parte do nosso portfólio. O potencial de valorização (upside) dos ativos como um todo, neste caso, de um clube da série B, que atinge as primeiras quatro colocações e sobe de série, é muitas vezes maior do que o de um clube da série A, que chega no final do campeonato nas posições intermediárias. Este potencial de upside funciona como fator mitigador do risco de exposição de 50% dos ativos junto ao Controlador.

 

(iv) Política de Alavancagem de Investimento. Pretendemos mitigar nossos riscos e alavancar nossos recursos estabelecendo a política de parcerias para a compra de novos ativos, fazendo posições fracionadas em direitos econômicos de nosso interesse. Para maximizar a quantidade de nosso portfólio com o menor investimento possível, atrairemos parceiros financeiros para a compra em sociedade de ativos, inclusive aceitando percentuais minoritários no negócio. Somente em casos excepcionais é que a Companhia adquirirá 100% dos direitos econômicos de qualquer atleta, por mais atraente que pareça.

 

(v) Política de Segurança Jurídica. Pretendemos, para maior segurança jurídica, adquirir preferencialmente direitos econômicos de atletas cuja entidade vendedora aceite alienar os direitos federativos relativos ao contrato, ao PARANÁ CLUBE, controlador da Companhia, de maneira a proporcionar maior controle sobre o timing da venda e transferência, escolha do comprador e recebimento do pagamento diretamente na conta de uma agremiação esportiva que tem fortes vínculos com a Companhia. Somente em casos excepcionais é que a Companhia aceitará que os direitos federativos permaneçam com a entidade vendedora.

 

(vi) Política de Limite dos Investimentos. Pretendemos fixar um mínimo de R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais) e um máximo de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) por atleta como Política de Investimento, de maneira a focar nossas aquisições em jogadores promissores em início de carreira, evitando a concentração de investimentos em aquisições maiores, de jogadores já formados ou com grande valorização e por isso mais caros, que poderiam aumentar nossos riscos de exposição a um ativo em específico e reduzir nosso potencial de upside. Baseados neste piso e neste teto, limitaremos nossas aquisições preferencialmente em atletas entre 16 e 23 anos.

 

 

(vii) Política de Acompanhamento das Negociações. A Companhia firmou cláusula com seu maior fornecedor, a qual pretende replicar em suas futuras negociações com outros fornecedores, garantindo que, caso o cedente dos direitos econômicos receba proposta para cessão parcial ou definitiva do vínculo desportivo do atleta à outra entidade de prática desportiva, ou mesmo proposta de cessão parcial ou total dos direitos econômicos a terceiros e/ou particulares deverá comunicar imediatamente à Companhia, que designará prepostos para o acompanhamento in loco das negociações, evitando assim, sonegação de informações sobre o andamento das tratativas, valores acordados e o pagamento dentro do vencimento legal, reduzindo o risco de inadimplência.

 

 

(viii) Política de Substituição de Ativos. A Companhia também firmou cláusula com seu maior fornecedor, a qual pretende replicar em suas futuras negociações com outros fornecedores, garantindo o comprometimento do cedente dos direitos, que em caso de perecimento dos vínculos jurídicos existentes entre o clube e o jogador, ou ainda a liberação judicial de qualquer atleta na forma prevista no artigo 28, parágrafo 2o, inciso III da Lei 9615/98, haverá o pagamento à Cessionária (Companhia) de uma indenização, em valor igual ao previsto no instrumento de compra, referente ao presumido valor do atleta, além de perdas e danos. Na prática, qualquer jogador desvinculado ou liberado por qualquer razão pelo clube cedente deve substituí-lo por outro atleta, de igual valor presumido. 


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